Ir para o conteúdo

Prefeitura de Carapicuíba/SP e os cookies: nosso site usa cookies para melhorar a sua experiência de navegação. Ao continuar você concorda com a nossa Política de Cookies e Privacidade.
ACEITAR
PERSONALIZAR
Política de Cookies e Privacidade
Personalize as suas preferências de cookies.

Clique aqui e consulte nossas políticas.
Cookies necessários
Cookies de estatísticas
SALVAR
Notícias
JUL
01
01 JUL 2016
GABINETE DO PREFEITO
Carapicuíba realiza Audiência Pública para elaboração do Plano Municipal de Políticas para as Mulheres
receba notícias
Secretarias: Gabinete do Prefeito
Data de Publicação: 1 de julho de 2016

Carapicuíba realiza 05 de julho, às 18h, na Câmara Municipal sito à Av. Miriam 92 - Centro, Audiência Pública sobre o Plano Municipal de Políticas para as Mulheres. O debate será baseado no conteúdo resultante de diversas atividades, que começaram em agosto de 2015 com a II Conferência Municipal de Políticas para as Mulheres e de quatro oficinas que aconteceram entre os dias 05 de abril e 09 de junho deste ano, todas organizadas pela Coordenadoria de Políticas para as Mulheres da Prefeitura de Carapicuíba.

A Conferência contou com 101 participantes e cada encontro teve cerca de 50 representantes da sociedade civil e governo. Trataram temas específicos e fundamentais para a elaboração do Plano, como “Mulheres no espaço de poder e decisão”, “Trabalho e autonomia das mulheres” e “Saúde das mulheres, “Papel da educação, esporte, cultura, comunicação e mídia”. Depois de palestras, os participantes repercutiram sobre os pontos levantados pelas palestrantes fazendo o levantamento de propostas que poderiam contribuir para a elaboração do Plano Municipal. Ao todo foram 72 propostas apontadas nesses eventos e a Coordenadoria fará uma triagem para selecionar as que serão apresentadas na Audiência Pública.

O Plano Municipal de Políticas para as Mulheres vai direcionar a implantação das políticas públicas em Carapicuíba para atender as mulheres vítimas de violência. Para que o serviço seja implantado de forma realista e qualitativo é necessário que o processo seja participativo, onde governo e sociedade civil possam discutir juntos e elaborar o Plano de acordo com a realidade e em condições de execução.

Seta